16 a 20 de setembro | Curso Higiene Ocupacional - Operação Prática de Instrumentos - 50h

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CURSO DE HIGIENE OCUPACIONAL - OPERAÇÃO PRÁTICA DE INSTRUMENTOS - 50H

 

Palestrante: Marco Aurélio Luttgardes
Data: 16 a 20 de setembro
Horário: 08h às 13h – 14h às 19h.
Local: FUNPAR – Rua João Negrão, 280 – Centro – Curitiba/PR

Carga Horária: 50 horas.

 

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INVESTIMENTO:

 

  Até 30 dias antes do evento Valor normal
Assinante* R$2.150,00  R$2.650,00
Não Assinante R$2.390,00 R$2.950,00

 

Em até 6x sem juros.

5% de desconto para pagamentos no boleto bancário.

 


PÚBLICO ALVO
Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho, Tecnólogos em Segurança do Trabalho, Higienistas Ocupacionais, Médicos do Trabalho, Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem do Trabalho, Fonoaudiólogos, estudantes de cursos de segurança do trabalho e interessados.


OBJETIVO
Capacitar os participantes em metodologia e estratégia de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos, com ênfase na utilização prática de instrumentos de avaliação, mostrando soluções para problemas que já ocorreram ou que podem ocorrer com os profissionais da área.


EMENTA
Demonstração e utilização de mais de uma centena de instrumentos de avaliação, incluindo os menores dosímetros de ruído do mundo, o dosímetro que realiza dosimetria por duplo canal em bandas de oitava e medição em ouvido real, o conjunto de termômetros digitais que avalia IBUTG à distância sem fio, as novas bombas de amostragem de ar e os novos detectores de gases do mercado.


OBSERVAÇÕES
– No valor da inscrição está incluso: Pasta, apostila impressa com material atualizado, certificado de conclusão e coffee breaks.
– Os certificados serão emitidos após a confirmação de pagamento das inscrições e entregues no local. Caso o pagamento seja efetuado com menos de 10 (dez) dias de antecedência do início do evento, o certificado será enviado para o endereço informado na ficha de inscrição.
– Caso seja necessário cancelar o curso/evento, consulte a
política de cancelamento

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
RUÍDO

Definição de ruído contínuo, intermitente, de impacto e de diferentes níveis.
A diferença entre ruído contínuo e ruído constante.
Como fazer leitura em medidores de nível de pressão sonora, quando a oscilação do ponteiro ou dos dígitos for grande, irregular e aleatória.
Dosimetria - Cálculo da Dose de ruído.
Programação de audiodosímetros. O uso correto do CL, TL, IDD, ER ou “q”.
O que diz a Norma Técnica NHO 01 da Fundacentro.
Como descobrir as frequências preponderantes numa exposição ocupacional a ruído com um simples medidor de ruído que não possui filtro de bandas de oitava.
A Norma Técnica IEC 60.651. Os tipos de medidores de ruído permitidos.
A nova Norma Técnica IEC 61.672. O que ela representa.
Como reconhecer se o seu medidor de nível de pressão sonora atende às normas IEC ou não.
A Norma Técnica ANSI S 1.25. Os tipos de audiodosímetros permitidos.
A nova Norma Técnica de dosímetros - IEC 61.252.
Os menores dosímetros do mundo. Sem fio. Sem unidade leitora externa.
A representatividade da amostragem de ruído.
As Normas Técnicas ANSI 1.4 e IEC 60.942. Os calibradores acústicos permitidos.
Cálculo de Nível Médio de Ruído. Devemos usar Lavg, TWA ou Leq?
O que é melhor usar Lavg ou Dose?
A teoria do EMR - Exposto de Maior Risco ou TMR – Trabalhador de Maior Risco. Como encontrá-lo para minimizar seus custos de avaliação.
A teoria do emr – Exposto de Menor Risco. Como e porque encontrá-lo.
Porque não devemos usar a Tabela de Liedel & Busch para fins de amostragem.
Quando fazer dosimetria de ruído junto aos dois ouvidos. Qual valor considerar?
Quando usar a Dose de ruído semanal. Como efetuar o cálculo correto.
Dosimetria de ruído deve ser interrompida na hora do almoço ou não?
Avaliação de ruído de telefonistas e operadores de Telemarketing.
Conforto acústico dos ambientes de trabalho.
Avaliação de ruído visando o conforto da comunidade.
Devemos medir o ruído no interior ou no exterior das edificações?
Avaliação de ruído visando o conforto dos trabalhadores.
O documento do Ministério do Trabalho e Emprego que recomenda o uso de dosímetros para avaliar Conforto Acústico dos locais de trabalho.
A programação correta de um dosímetro e os parâmetros adequados para se avaliar conforto acústico, segundo o MTE.
A Norma que diz que não devem ser feitas avaliações de ruído em dias de chuva.
A partir de que nível de ruído trabalhadoras grávidas podem propiciar perda auditiva em seus fetos? A recomendação do Ministério da Saúde / BR.
A única norma técnica brasileira que fala em prazo de calibração de medidores de nível de pressão sonora e calibradores. A periodicidade de calibração deles não é anual.
Porque os certificados de calibração não mencionam mais o prazo de validade?
O Histograma de ruído só pode ser exigido pelo INSS a partir de que data?
A relação oficial dos laboratórios de calibração acreditados pelo INMETRO.
A Norma ISO 9001 e a calibração de instrumentos de medição.
O critério de invalidação de amostras de ruído.
A atenuação proporcionada por diversos materiais acústicos.
O NRR e o NRR sf. Os métodos n° 1 e 2 do NIOSH. Podemos usá-los?
A nova norma brasileira de Protetores Auditivos – Método de cálculo do nível de pressão sonora na orelha protegida.
O único laboratório aprovado pelo MTE para realização de ensaios em protetores auriculares para fins de obtenção do CA.
A eficiência e a eficácia dos principais protetores auriculares do mercado.
Guia para determinação da periodicidade de troca de protetores auriculares, conforme a nova exigência do PPP / INSS.
A dosimetria correta para integrar o seu Laudo Técnico de Aposentadoria Especial.
O cálculo do NEN - Nível de Exposição Normalizado exigido pelo INSS.
Alguns dosímetros fornecem o NEN automaticamente. O seu instrumento faz isso?
Saiba como obter o NEN através do seu dosímetro de ruído.
O Roteiro da OSHA / NIOSH para implantação do PCA - Programa de Conservação Auditiva.
Para efeitos de Aposentadoria Especial devemos usar q = 5 ou q = 3 ?
Como realizar dosimetria em empregados que dirigem motocicletas.
Ultra-som e Infra-som. Seus limites. O controle da exposição.
Operação prática de diversos tipos de medidores de nível de pressão sonora, audiodosímetros, calibradores e filtros de bandas de oitava.


CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS
Onde você pode encontrar campos elétricos e magnéticos nas indústrias.
Os efeitos danosos à saúde humana.
A importância dos ELF - Campos de Frequências Extremamente Baixas para a saúde pública.
O perigo dos campos magnéticos. Como agem nos tecidos humanos.
Como fazer avaliação de campos magnéticos para fins da NR 15.
Como fazer avaliação de campos magnéticos para fins de PPRA.
As unidades de densidade de fluxo.
Os Limites de Exposição Ocupacional da ACGIH. Os limites reduzidos.
As medidas de proteção a serem adotadas. Os EPC e os EPI indicados.
Os cuidados com as ferramentas metálicas utilizadas.


CALOR E FRIO
Os diferentes critérios do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério da Previdência Social para avaliação da exposição ao calor.
Saiba por que quem trabalhou exposto a mais de 28 graus Celsius pode ter direito a aposentadoria especial.
O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo?
O tempo certo de aclimatação ao calor. A perda da aclimatação.
A norma técnica NHO 06 da Fundacentro.
A Norma ISO de estudo mais detalhado das Taxas de Metabolismo.
Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?
Porque não podemos usar o nosso tradicional conjunto de termômetros de IBUTG para avaliar Conforto Térmico.
Porque devemos sempre usar água destilada no termômetro de bulbo úmido natural.
O que prevê a Norma NBR 10085 sobre medição de temperatura.
A Temperatura de Bulbo Úmido e a Temperatura de Bulbo Úmido Natural.
O globo deve ser de seis ou de duas polegadas? A diferença entre as leituras.
Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de trabalho x situação térmica.
O tempo mínimo de estabilização dos termômetros.
Qual é o número mínimo de leituras de IBUTG a ser realizado?
O intervalo adequado entre essas leituras. Como calcular o valor final.
As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.
Como fazer calibração de termômetros de mercúrio?
A periodicidade de calibração de termômetros.
Como determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho. As variáveis.
As doenças induzidas pela exposição ao calor.
Quando fazer avaliação de calor através de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro.
Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica.
Utilização prática do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva.
Como calcular o IBUTG Efetivo.
A influência da roupa utilizada pelos trabalhadores. A Tabela dos índices de correção a ser utilizada.
Monitoramento da sobrecarga térmica por calor.
O novo Limite de Ação de calor (LA) é o Nível de Ação de calor (NA)?
Ar-condicionado nos locais de trabalho. A norma técnica brasileira.
Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar.
A tabela de Limites de Tolerância de Frio do Ministério do Trabalho e Emprego que foi publicada fora da NR 15.
Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT e a ACGIH. O que usar?
Operação prática de diversos tipos de termômetros de mercúrio, conjuntos digitais, sondas, higrômetros e anemômetros.


ILUMINÂNCIA
O que é luminância. O que é iluminância.
O tempo correto de estabilização de luxímetros. A Lei dos Cossenos.
Características que um luxímetro deve ter para atender ao MTE e à Fundacentro.
Laboratórios acreditados pelo INMETRO para calibração de luxímetros.
Quando usar o Fator de Correção em avaliação de iluminância?
Devemos usar a nova norma ABNT NBR ISO CIE 8995 ou não?
As normas NBR 5413 e 5382 estão em vigor ou não? O posicionamento do MTE.
Devemos incluir avaliação de iluminância no PPRA ou não?
Quando aumentar ou diminuir a iluminância.
A menor iluminância permitida para uma área de trabalho.
Luz visível. Radiações ultravioleta, infravermelha e laser.
Operação prática de diversos tipos de luxímetros digitais e analógicos.


AGENTES QUÍMICOS
O pior acidente químico da história mundial. Exibição do filme simulado.
A MSDS americana e a FISPQ brasileira.
As três Normas Brasileiras existentes sobre Espaços Confinados.
A definição do Ministério do Trabalho e Emprego para amostra instantânea, amostra de curta duração, avaliação, amostragem, coleta, análise e monitoramento.
A equação para calcular o Valor Máximo.
A diferença entre Valor Máximo e Valor Teto. Qual é o maior?
As grandes diferenças entre os limites de tolerância do MTE (M.A. e Valor Teto) e da ACGIH (TLV-TWA®, TLV-STEL®, TLV-C®).
Porque você não pode usar diretamente no Brasil os Limites de Tolerância da ACGIH.
A obrigatoriedade da utilização do Modelo Brief & Scala. O Fator de Correção correto.
Avaliação de exposição a solventes, fumos, ácidos, névoas e neblinas.
Apresentação das bombas gravimétricas disponíveis no mercado que não podem ser usadas em áreas classificadas.
O Guia Geral de Coleta de Amostras do NIOSH. O número ideal de amostras, o desejável e o mínimo exigido.
O número mínimo de amostras a serem coletadas, segundo o MTE.
A Definição de GHE - Grupo Homogêneo de Exposição, GSER - Grupo Similar de Exposição ao Risco, GES - Grupo de Exposição Similar e GAS - Grupo de Atividade Similar.
Como encontrar o Exposto de Maior Risco. Como calcular o valor da Exposição de um Grupo Homogêneo.
Tratamento estatístico. A Média Geométrica e o Desvio Padrão Geométrico.
Como calcular o Limite de Tolerância para uma mistura de substâncias químicas.
A metodologia APR-HO / Análise Preliminar de Risco aplicada à Higiene Ocupacional que pode e deve ser usada por qualquer tipo de empresa.
O estabelecimento de prioridades. As categorias de risco e sua classificação.
A Tabela de Liedel & Busch adotada pelo Ministério do Trabalho e Emprego deve ser utilizada para fins de amostragem de agentes ambientais?
Quando você pode parar de monitorar um agente químico. Os testes da OSHA.
A única norma técnica brasileira de avaliação de agentes químicos através do uso de tubos reagentes colorimétricos.
Até quanto tempo depois de exposto um tubo colorimétrico pode ser lido?
Avaliação da exposição a solventes orgânicos, através de bombas gravimétricas.
A Portaria do MTE que fala em bomba de alta vazão, calibrada a 2 litros/min, com filtro de PVC 5 μm, durante pelo menos 6 horas, para um tipo específico de poeira.
Você sabia que o Brasil possui L.T. para exposição de quinze minutos / dia (STEL)?
O Manual de Amostragem do NIOSH.
Você vai conhecer a norma técnica brasileira que recomenda a utilização dos Métodos NIOSH para avaliação.
Porque avaliar CO2 em escritórios? O Limite de Tolerância de CO2 nesses locais.
Porque avaliar Poeiras em escritórios? O Limite de Tolerância de poeiras nesses locais.
Avaliação da exposição a poeiras totais, inaláveis, torácicas e respiráveis.
A nova classificação brasileira de poeiras.
Apresentação do novo ciclone IOM citado na norma técnica NHO 08 da Fundacentro.
A norma brasileira de avaliação de poeiras vegetais, animais e metálicas.
Quando usar ciclones de nylon, alumínio ou plástico condutivo.
Cálculo do Valor Máximo, Valor Teto e absorção pela pele. As situações de RGI - Risco Grave e Iminente.
Demonstração do uso do frasco correto para conter o ciclone e o filtro durante a calibração de bombas.
A nova pequena câmara de calibração de bombas construída em alumínio.
Avaliação de fumos metálicos. Os Limites de Exposição da ACGIH e do MTE.
Os riscos químicos presentes nos diversos processos de soldagem.
Solda elétrica libera CO ou Ozônio? E as soldas MIG, TIG, Oxiacetilênica e Solda branca? O que avaliar em cada uma delas.
Apresentação de amostras de madeiras cujas poeiras causam câncer.
As duas normas brasileiras de calibração de bombas de amostragem de ar.
O critério a ser adotado para invalidação de amostras.
Velocidades do ar recomendadas pela ACGIH para sistemas de exaustão.
A Norma do Ministério da Saúde sobre avaliação de temperatura, umidade, velocidade do ar, poeira total e Dióxido de Carbono (CO2) em escritórios e locais de trabalho com ar condicionado. O novo Limite de Tolerância de poeiras para escritórios.
Os riscos químicos provenientes de máquinas fotocopiadoras e impressoras a laser. Como evitá-los. Os cuidados. Os EPC recomendados pelo Ministério da Saúde / BR.
A importância da colocação de plantas naturais em escritórios para filtrar o ar.
Como criar essas plantas sem terra e sem sol em escritórios.
As plantas brasileiras que filtram o ar de escritórios, segundo a NASA.
Produtos de limpeza que não devem ser usados em escritórios, segundo o Ministério da Saúde.
Operação prática e utilização de diversos modelos de bombas gravimétricas de vazão constante, calibradores eletrônicos / digitais e de pistão seco, câmaras de calibração, diversos amostradores, bombas manuais de fole, tubos colorimétricos, ciclones, impingers, medidores de gases de leitura direta, calibração com cilindros de gases e explosímetros.


AGENTES BIOLÓGICOS
A definição do Ministério da Saúde de “ambiente aceitável”.
A norma do Ministério da Saúde sobre avaliação quantitativa de fungos.
O Limite de Tolerância brasileiro para fungos nos ambientes de trabalho.
Utilização do Amostrador de Andersen.
Amostragem de bioaerosol em ambientes interiores.
O VMR - Valor Máximo Recomendável para contaminação biológica.
Diagnóstico de fontes para intervenção corretiva nos ambientes de trabalho.
Os novos Limites de Tolerância da ACGIH para substâncias de origem biológica.

 

PALESTRANTE
Marco Aurélio Luttgardes - Engenheiro de Segurança do Trabalho pela UERJ, Auditor pela Fundação Getúlio Vargas, Membro Efetivo da ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais e Consultor Master de Higiene Ocupacional de três grandes grupos industriais brasileiros. Foi Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego / DRT de São Paulo e Rio de Janeiro, onde se aposentou. Foi “Full Member” - Membro Pleno da ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygienists durante seis anos consecutivos e foi HOC – Higienista Ocupacional Certificado pela ABHO durante dez anos consecutivos. – Rio de Janeiro/RJ.

Dimensões:
0.00cm x 0.00cm x 0.00cm
Marca:
Proteção
Tags:
Higiene; Pratica De Instrumentos; Luttgardes; Estratégia de Amostragem; Riscos Físicos e Biológicos; Ruído; Norma Técnica; NH01; Campos Eletromagnéticos; Calor e Frio