7 de agosto | WP2 - Avaliação Ocupacional de Calor e Frio - 8h

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WP2 - Avaliação Ocupacional de Calor e Frio - 8h

 

Palestrante: Marco Aurélio Luttgardes
Data: 7 de agosto

Horário: Manhã 08h30 as 12h30 – Tarde 13h30 as 17h30

Local: EXPO CENTER NORTE – Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme - São Paulo/SP
Carga Horária: 8 horas.

 

INVESTIMENTO:

  Até 30 dias antes do evento Valor normal
Assinante* R$402,00  R$531,00
Não Assinante R$477,00 R$590,00

 

Em até 6x sem juros.

5% de desconto para pagamentos no boleto bancário.

 

OBJETIVO
Apresentação das novas técnicas de avaliação quantitativa de Calor e Frio, com vistas à correta elaboração do seu PPRA, PCMAT ou LTCAT.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CALOR
Os diferentes critérios das áreas da Previdência Social e do Trabalho para avaliação da exposição ao calor.
O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo?
O tempo certo de aclimatização ao calor. A perda da aclimatização.
A norma técnica NHO 06 da Fundacentro.
A Norma ISO de estudo mais detalhado das Taxas de Metabolismo.
Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?
Porque devemos usar água destilada no termômetro de bulbo úmido natural.
A Temperatura de Bulbo Úmido e a Temperatura de Bulbo Úmido Natural.
O globo deve ser de 6 ou de 2 polegadas? A diferença entre as leituras.
Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de exposição x situação térmica.
O tempo de estabilização dos termômetros.
Qual é o número mínimo de leituras de IBUTG a ser realizado?
O intervalo adequado entre essas leituras. Como calcular o valor final.
As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.
Como fazer calibração de termômetros de mercúrio?
A periodicidade de calibração de termômetros.
Como determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho.
Quando fazer avaliação por meio de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro.
Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica.
Utilização prática do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva.
O cálculo do IBUTG Efetivo.
A adoção do IBUTG Valor Teto.
A influência da roupa utilizada pelos trabalhadores.
A Tabela dos índices de correção a ser utilizada.
A diferença entre Limite de Ação de calor (LA) e o Nível de Ação de calor (NA).
Como fazer avaliação quando a jornada envolver ambientes quentes e frios de forma rotineira.

FRIO
Ar condicionado nos locais de trabalho. A norma técnica brasileira. Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar.
A tabela de Limites de Tolerância de Frio do Ministério do Trabalho que ficou fora da NR 15.
Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT e a ACGIH. O que usar?

 

PALESTRANTE
Marco Aurélio Luttgardes - Engenheiro de Segurança do Trabalho pela UERJ, Auditor pela Fundação Getúlio Vargas, Membro Efetivo da ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais e Consultor Master de Higiene Ocupacional de três grandes grupos industriais brasileiros. Foi Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego / DRT de São Paulo e Rio de Janeiro, onde se aposentou. Foi “Full Member” - Membro Pleno da ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygienists durante seis anos consecutivos e foi HOC – Higienista Ocupacional Certificado pela ABHO durante dez anos consecutivos.  – Rio de Janeiro/RJ.

Dimensões:
0.00cm x 0.00cm x 0.00cm
Marca:
Proteção