Revista Proteção - ED344 - 08/2020

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Ajuste necessário

A revisão da Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho segue lenta. Não só por conta do momento de emergência sanitária vivido no País, que transformou as reuniões presenciais em virtuais, mas, também devido à publicação de decreto no início de julho regulamentando a chamada Análise de Impacto Regulatório.  
Com isso, o acelerado modus operandi da Comissão Tripartite Paritária Permanente que já vinha sendo duramente criticado pelo Ministério Público do Trabalho, inclusive com judicialização da questão, terá de ser revisado e ajustado considerando o impacto econômico que suas ações podem gerar.
Sem dúvida, a harmonização das demais NRs com as já aprovadas NRs 1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), 7 (SESMT) e 9 (Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos) é necessária e aguardada com ansiedade pelos profissionais. 
Porém, o momento exige reflexão e readequação do processo, que deve começar a ser feito a partir deste mês pela CTPP. Que o setor prevencionista siga vigilante e intensifique ainda mais sua participação em debates e atualizações por meio de plataformas digitais em relação às mudanças que já foram feitas e às que estão por vir.   


REPORTAGEM DE CAPA / CONSULTORIAS DE SST
Atualização das nrs exige das prestadoras de serviços mais compromisso com o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Mudanças trazidas pelas novas NRs 1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais), 7 (SESMT) e 9 (PPRA) exigem das empresas que prestam consultorias em Saúde e Segurança do Trabalho atualização de seus conhecimentos e práticas. De acordo com profissionais do segmento e formadores de opinião ouvidos na reportagem, o papel das consultorias em SST daqui para frente será mais estratégico e menos burocrático. A exigência deve elevar a qualidade de atendimento, porém quem contrata também precisa estar ciente de que o cumprimento da normatização vai além do preenchimento de documentos.


ENTREVISTA
Ergonomista fala dos desafios pós-pandemia
Hudson de Araújo Couto, mé­dico do Trabalho, ergonomista e doutor em Administração crê que após a pandemia será preciso grande esforço das empresas, profissionais e trabalhadores para se adequarem ao chamado “novo normal”. Mudanças envolvendo a gestão da ergonomia na empresa e nos postos de trabalho que migrarem para home office serão inevitáveis. Hudson é professor de Fisiologia e coordenador do curso de pós-graduação em Medicina do Trabalho na Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. 

ARTIGOS
PROCESSO FATAL
Cervejarias artesanais devem atender NR 13.

REALIDADE OBSCURA
Alergias ocupacionais e a prevenção nas empresas.

REVISÃO ESSENCIAL
Atualização da NR 10 oportuniza correções e melhorias.

GESTÃO AUSENTE
Espaços confinados requerem capacitação e PCEP eficazes.

RISCOS BIOLÓGICOS
Critérios para reconhecimento e monitoramento.

Dimensões:
27.50cm x 21.00cm x 0.50cm
Edição:
344
Marca:
Proteção
Número de páginas:
100
Peso:
199 gramas